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FORÇAS ARMADAS

Bolsonaro defende que as Forças Armadas não tenham teto de gastos com repressão e privilégios

No último sábado, dia 1 de dezembro, o presidente eleito Jair Bolsonaro, defendeu que as Forças Armadas não devem ter teto de gastos em seu futuro governo, em declaração após a formatura dos aspirantes a oficiais da AMAN ( Academia Militar das Agulhas Negras), em Resende – RJ.

sexta-feira 7 de dezembro| Edição do dia

FOTO: Keven Cobalchini

No último sábado, dia 1 de dezembro, o presidente eleito Jair Bolsonaro, defendeu que as Forças Armadas não devem ter teto de gastos em seu futuro governo, em declaração após a formatura dos aspirantes a oficiais da AMAN ( Academia Militar das Agulhas Negras), em Resende – RJ.

Bolsonaro declarou que os gastos com as Forças Armadas são investimentos e não despesas e que tudo já está sendo conversado com Paulo Guedes, futuro Ministro da Fazenda. Defendeu a revogação da PEC 2215/ 2001, que acabou com a progressão salarial dos militares e com a concessão de vários auxílios aos militares da reserva, entre outras medidas.

Enquanto parlamentar, Bolsonaro votou favorável a então Emenda Constitucional 95/2016, também conhecida como a PEC do fim do mundo, que congelou os gastos nas áreas da saúde e da educação por vinte anos.

Não limitar os gastos com as Forças Armadas, já deixa bem claro o seu futuro governo e quais serão as prioridades, principalmente no estado do Rio de Janeiro, sob intervenção militar desde o início do ano de 2018, assassinando cada vez mais a juventude negra e pobre.

Com discurso de fortalecer a segurança, prepara as forças repressivas para se voltar contra os trabalhadores que se mobilizarem contra as medidas de seu governo. Além disso, garantirá que os gordos privilégios da alta cúpula dos exército se mantenha intocável e imparável, como já prometeu que faria em relação a aposentadoria dessas raposas, em detrimento da baixa patente de do conjunto da classe trabalhadora.




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