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Barbárie democrática: Eleição na Indonésia deixa 300 mortos por trabalho exaustivo

Os mortos, em sua ampla maioria trabalhadores voluntários, terão como indenização somente R$ 10 mil reais, um crime do regime do presidente Joko "Jokowi" Widodo, que deve ser reeleito pelas pesquisas.

terça-feira 30 de abril| Edição do dia

No dia 17 de abril a Indonésia teve eleições presidenciais e legislativas, mais de 190 milhões de pessoas votaram (quase a população do Brasil) nas mais de 17 mil ilhas do Arquipélago localizado no Sudeste Asiático. Cerca de 6 milhões de pessoas trabalharam na eleição toda feita em papel, com apuração a mão, essa é eleição com mais votantes feita unicamente em um dia no mundo e os resultados oficiais só serão divulgados dia 22 de maio.

O que pode parecer um exemplo de democracia numa das repúblicas mais reacionárias do planeta tem como desfecho a exploração e exaustão até a morte de centenas de trabalhadores. O regime de Java (capital da Indonésia) segrega diversas etnias no país, abrindo-as para brutal exploração pelo capital internacional, nas últimas décadas o governo invadiu o Timor-Leste, micro país colonizado pelos portugueses perto da Austrália, e lá massacrou 271 estudantes durante um protesto contra a invasão javanesa em 1991.

Nós do Esquerda Diário - Rede Internacional de Diários de Esquerda rechaçamos esse crime realizado pelo governo javanês com o aval dos capitalistas, apoiadores de regimes sangrentos do Sudeste Asiático.

Com informações da CNN




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