Política

BANCADA EVANGÉLICA

Bancada evangélica tem dezenas de deputados acusados de corrupção e 11 são réus

terça-feira 17 de outubro| Edição do dia

A bancada evangélica da Câmara de Deputados sempre se coloca como defensores da moral, dos bons direitos, da justiça. Como os bons moços que querem se dizer e defensores da família, tradicional e conservadora. Porém, 32 deputados seguem com processos em sua maioria por acusações como peculato (furto ou apropriação de bens ou valores públicos), improbidade administrativa, corrupção eleitoral, abuso de poder econômico, sonegação fiscal e formação de quadrilha.

A bancada que se diz tão defensora da população e da família, na verdade sonega impostos da população enquanto a sua maioria passa fome, passa frio não tem acesso a saúde e educação de qualidade. Morrem nas filas dos postos e hospitais inclusive. Dentre os processos, existe também a apropriação de bens ou valores públicos, completamente revoltante e contraditório para a bancada defensora da família e da vida (nas suas concepções equivocadas inclusive).

Processos de corrupção também estão em andamento, inclusive mostra muito bem, para quem e como a bancada governa. Claramente, para os seus próprios interesses, para sonegar impostos dos seus bens e ter a garantia maior dos seus privilégios. E ainda impor na sociedade suas crenças e seus preconceitos.

A Assembleia de Deus, os deputados que são ligados a ela, tem a maior representação na bancada, com 24 deputados, sendo que destes 11 são réus. Sabino Castelo Branco (PTB/AM), por exemplo, responde por peculato, crime tributário, captação ilícita de recursos, etc. A ficha judicial de Zé Vieira (PR/MA) é também bastante extensa.

Nisso, podemos ver que o objetivo dessa bancada não é diferente das demais. Primeiro, buscam aumentar a influência dos seus monopólios religiosos que buscam o lucro, e seguir atacando os LGBTs, mulheres, negros e os trabalhadores desse país. Não à toa, são os que apoiaram as reformas de Temer, mas também organizaram leis como a CURA LGBT, ou mesmo, o estatuto do nascituro, querem criminalizar o aborto e estão junto com Frota, estuprador confesso, pelo projeto Escola sem Partido, mas com religião, e nisso somente uma deve ser aceita.




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