Gênero e sexualidade

REPRESSÃO

BH: três manifestantes são trancadas na maternidade destruída pela prefeitura de Kalil

Três mulheres que ocupavam a maternidade em Venda Nova (MG) foram hostilizadas e impedidas de deixar o prédio por um encarregado da empresa contratada pela prefeitura de Kalil. A maternidade, com capacidade para realizar mais de 500 partos humanizados, foi construída em 2008 e nunca chegou a funcionar.

quinta-feira 25 de fevereiro| Edição do dia

Foto: Reprodução/ TV Globo

Nessa segunda-feira (23), três mulheres que ocupavam a maternidade Leonina Leonor, em Venda Nova (MG), foram agredidas verbalmente e impedidas de deixar o prédio da maternidade, que está sendo destruída pela prefeitura de Alexandre Kalil (PSB).

A agressão ocorreu quando o encarregado de obras da empresa contratada pela prefeitura lacrou o portão de acesso a maternidade, trancando as três mulheres lá dentro.

As manifestações contra a destruição da maternidade começaram no dia 28/01, quando cerca de 30 manifestantes se reuniram no prédio para cobrar sua abertura.

Como parte da mesma luta, as mulheres que ocupavam a maternidade nessa segunda o faziam com o intuito de impedir a continuidade de sua destruição pela prefeitura de Belo Horizonte e preservar o patrimônio público em que ela se encontra.

O prédio destinado a maternidade Leonina Leonor, que teria capacidade para realizar mais de 500 partos humanizados, foi construído em 2008, mas nunca chegou a funcionar.

Toda solidariedade ao Movimento Nasce Leonina! É desde a perspectiva de um feminismo socialista que lutamos contra o descaso dos setores da política tradicional, como Kalil, com a vida das mulheres.

É neste cenário que precisamos batalhar por um Sistema Único de Saúde verdadeiramente universal e que seja controlado pelos trabalhadores. É preciso pegar de volta das mãos dos capitalistas tudo aquilo que nos roubaram e colocar a serviço das vidas, e a única classe capaz de fazer isso é a das trabalhadoras e trabalhadores.




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