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Avião fretado pela Chapecoense foi proibido pela ANAC de seguir para Medellín

terça-feira 29 de novembro| Edição do dia

O acidente que provocou a morte de mais de 70 pessoas no avião que transportava a delegação de Chapecoense rumo a Medellín, nesta terça-feira, aconteceu após o clube ser obrigado a mudar o seu plano inicial de voo.

Pela programação traçada inicialmente, a Chapecoense tinha a intenção de levar a sua delegação em um voo fretado que partiria do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, e iria direto até Medellín. O avião locado pelo clube, da companhia LaMia, cuja sua matrícula foi registrada na Bolívia, teve autorização para descer na cidade colombiana negada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) brasileira.

Por isso, a delegação da Chapecoense precisou seguir em um voo comercial rumo a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, para em seguida embarcar no avião fretado pelo clube que acabou caindo perto do aeroporto de Medellín.

Entre os passageiros estavam 22 jogadores do time catarinense, além de 21 jornalistas. Notícias divulgadas agora dão conta que o goleiro Danilo que sobreviveu à queda da aeronave não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital.

Com informações da Agência Estado




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