Gênero e sexualidade

Parada LGBT de Campinas

Aula pública sobre criminalização do movimento LGBT no centro de Campinas

Ontem (19/08) ocorreu no centro de campinas, na praça Bento Quirino umas das referências de encontro de LGBT’s, uma aula pública com a presença do advogado Ariel da comissão de direitos humanos.

sábado 20 de agosto| Edição do dia

Na 16ª Parada LGBT de Campinas ocorrida no mês de julho desse ano, após a passeata ocorreu uma brutal repressão da polícia, com expulsão de pessoas de bares após a parada, com tiros e bombas de gás para as pessoas que permaneciam na rua pós-manifestação. Como forma de resistência foi decidida desde a associação LGBT de campinas a realização de outra parada como forma de resistência, a parada LGBT 16.1.

Com um forte sentimento de luta e de que não aceitaremos Jonas e toda a corja golpista da cidade reprimir os movimentos sociais, a aula pública veio no sentido de dialogar com a população, principalmente LGBT, de como podemos responder em casos de repressão policial. De responder tanto no sentido jurídico, mas também com a intenção da parada 16.1 servir para escancarar a violência policial e dizer que a rua é nossa e que vamos ocupa-la, e expressar nossas formas de amar de todas as formas possíveis.

Convidamos a todxs que assim como nós, defende a plena liberdade sexual das pessoas, mas também é contra qualquer forma de repressão dessa polícia assassina, a compor a 16.1 no dia 28 de agosto, que tem como eixo principal a visibilidade Trans e lésbica e contra a violência policial. Convidamos também à parada LGBT na UNICAMP contra os recentes casos de LGBTfobia, no dia 25 ao 12:00 com concentração no CB.
Façamos como Stonewall! Pelo fim da polícia assassina! Nossas vidas importam.




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