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Ato em defesa de Glenn Greenwald reúne 3 mil pessoas no Rio

O evento, que ocorreu na Academia Brasileira de Imprensa (ABI), contou com a presença de parlamentares, representantes sindicais, estudantis e artistas.

quarta-feira 31 de julho| Edição do dia

Ato em defesa de Glenn Greenwald reuniu 3 mil pessoas, com mil dentro do auditório e mais 2 mil assistindo no telão do lado de fora. Além disso, mais 2 mil acompanharam pela internet. Artistas como Chico Buarque, Wagner Moura e Camila Pitanga também estiveram lá. Os deputados federais Marcelo Freixo, Talíria Petrone, e jornalistas mandaram apoio.

O ato consistiu em uma mesa, onde foram feitas falas em apoio e elogio ao trabalho do Intercept e repúdio a Moro, Bolsonaro, e às ameaças sofridas por Glenn e sua família.

Após o vazamento das mensagens, em uma clara sinalização de ataque a liberdade de imprensa, Jair Bolsonaro sugeriu que Glenn poderia “pegar uma cana” no Brasil. Um deputado do PSL também pediu a prisão do jornalista.

Logo após a reforma da previdência andar a passos largos para sua aprovação final, há uma tentativa de uma maior escalada autoritária do governo, com a bancada do PSL, a Polícia Federal e o Ministro Sérgio Moro a frente. É preciso se organizar pra enfrentar todos estes ataques que tem como objetivo também aprofundar o caminho pra aprovação dos planos de ajustes.

Desde maio, o site The Intercept Brasil vem lançando ao ar uma série de mensagens vazadas de procuradores da Lava-Jato, que escancaram o teor parcial dessa operação que, como um todo, foi um pilar do golpe institucional, da qual Bolsonaro é uma consequência direta.

Leia a opinião do Esquerda Diário sobre as mensagens vazada pelo The Intercept Brasil

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- Presságios inquietantes: o que as revoluções coloridas indicam sobre o Intercept
- Por que The Intercept não divulga tudo o que tem?




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