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Ato em Porto Alegre reúne milhares novamente, com clima de Junho de 2013

quinta-feira 1º de setembro| Edição do dia

O segundo ato desde que o golpe se consumou no Senado reuniu mais de 5 mil pessoas no centro da capital gaúcha, mesmo tendo sido chamado de um dia para o outro. O ato caminhou até o Bairro Moinhos do Vento, onde sofreu uma violenta repressão da Brigada Militar.

O que mais resgatou o clima de Junho de 2013 foi o apoio que o ato recebeu durante seu trajeto, com trabalhadores voltando para suas casas aplaudindo, moradores acendendo e apagando suas luzes em sinal de apoio e cada vez mais gente engrossando o caldo da manifestação.

O helicóptero da polícia e da RBS acompanhou o ato inteiro. Mas mesmo o som alto das hélices não foi capaz de parar a manfiestação. Há um intenso ódio por parte da população ao atual governo por conta de sua ilegitimidade e também porque sabemos que ele pretende atacar os direitos dos trabalhadores e da juventude com ainda mais força.

Chegando na Protásio Alves, a tropa de choque aguardava a manifestação. Não durou mais de dez minutos para que começassem a jogar bombas e balas de borracha em todos.

Após isso a manifestação dispersou.

O governo sabe que para aplicar os ajustes que precisa, precisa barrar a resistência da juventude e dos trabalhadores. Para isso vão usar da repressão policial.

Quem participou dos atos de Junho de 2013, que reuniam a juventude e muitos trabalhadores para combater o aumento da passagem, percebeu que o clima atual se assemelha, com combatividade e apoio da população.




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