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Atirador em escola nos EUA mata 17 pessoas e choca o mundo

Suspeito foi identificado por imagens das câmeras de vigilância e está preso.

quinta-feira 15 de fevereiro| Edição do dia

Mais uma vez notícias de tiros em escolas nos EUA chocam o mundo. Ontem, dia 14 de fevereiro, cerca de 15h no horário local (18h no Horário de Brasília), quase no fim do horário escolar, um atirador acionou o alarme de incêndio e disparou contra alunos, professores e funcionários de uma escola de ensino médio em Parkland, no estado da Flórida, deixando ao menos 17 mortos e inúmeros feridos.

A polícia local analisou as imagens capturadas pelas câmeras de vigilância, e identificaram o suspeito como Nikolas Cruz, um ex-aluno de 19 anos, que havia sido expulso do colégio por motivos disciplinares. Ele já foi preso, portando um rifle de assalto comprado legalmente por ele mesmo. Tal arma, de alto poder de fogo, é usada em operações militares, e é semelhante à usada no ataque.

Detalhes sobre a vida de Nikolas começam a surgir na imprensa de lá: segundo informações da CNN, o rapaz há cerca de três meses tinha ficado órfão de sua mãe adotiva, tendo perdido o pai adotivo ainda criança, ambos por doença. Nada se fala sobre seus pais biológicos, mas de qualquer forma o impacto do trauma e do luto só podem ser maximizados em alguém que tem o histórico de perda da família duplamente. Nikolas tinha um histórico escolar em que se somavam repetências e expulsões, mas ao mesmo tempo se sobressaía no programa de recrutamento para o exército oferecido no colégio. Colegas o descreveram como introvertido e diziam que ele um dia ia entrar na escola e atirar em todo mundo, pois segundo eles Nikolas adorava exibir sua coleção de armas nas redes sociais, junto com declarações e ameaças de violência.




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