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Ataques de Pimentel na educação de MG atinge ainda mais as auxiliares do ensino básico

quarta-feira 21 de fevereiro| Edição do dia

Com mais de 400 mil servidores públicos, sendo os da educação 70% do funcionalismo, com salários atrasados e recebendo seus 13° parcelados pelo governo de Fernando Pimentel (PT), essa situação de um profundo ataque a educação fica ainda mais nítida na categoria de Auxiliar de Serviços de Educação Básica (ASB) que são em sua maioria mulheres trabalhado em condições precárias.

No início do ano o governo de Pimentel anunciava o orçamento de Minas Gerais com um déficit de 8 bilhões e carregado de ataques aos servidores.

Relembre aqui: Pimentel (PT) anuncia orçamento de MG com déficit de 8 bilhões e ataques aos servidores

Ao mesmo tempo que os ataques do governador petista atingem em cheio professores e demais categorias, as ASB sofrem com ainda mais força numa situação em que não possuem se quer plano de carreira. A categoria ainda sofre com mais de 10 anos sem concurso público, tendo assim seus contratos interrompidos no início do ano para possivelmente serem contratados novamente em algum momento do próximo ano, o que aumenta ainda mais o tempo que precisarão para se aposentar.

Tatiana, ASB da subsede do SindUTE de Juiz de Fora e integrante da CSP Conlutas fala um pouco – na reunião do Conselho Estadual do SindUTE realizado 03/02 em que foi votado indicativo de greve que será avaliado com paralisação das aulas e assembleia no dia 28/02 – da situação de sua categoria no estado e da necessidade de unidade entre as ASB e professores na luta contra os ataques de Pimentel.




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