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Argentina tem jornada nacional de protestos com ato na Plaza de Maio

Hoje está ocorrendo a jornada nacional de protestos no marco de uma paralisação convocada pela ATE (Associação de Trabalhadores Estatais). Estão sendo realizadas manifestações em distintas localidades no país. As 13h haverá um ato na Plaza de Maio.

quinta-feira 15 de fevereiro| Edição do dia

Desde a manhã desta quinta-feira está sendo realizada uma jornada de protestos em diversas cidades do país. A partir da condução da ATE (Associação de Trabalhadores Estatais) foi convocada uma paralisação nacional. Além disso foi chamada uma mobilização na Plaza de Maio. A mesma terá lugar a partir das 13h.

No marco da jornada, desde antes do meio-dia foram realizadas caravanas desde distintos lugares do conurbano bonarense. Têm lugar no marco de conflitos emblemáticos que enfrentam as demissões. É o caso de lutas como as que levam adiante os trabalhadores do Hospital Posadas ou do Inti.

Acompanhando as mobilizações se encontra uma delegação de trabalhadores mineiros do Rio Turbio, que viajou para participar desta mobilização. Os mineiros também estarão presentes no Encontro nacional de trabalhadores em luta convocado neste sábado.

Coordenar as lutas

Antes desta jornada, desde a esquerda e de setores classistas vinham colocando a necessidade de uma luta unificada realmente. Em uma declaração difundida há poucos dias se lê que “enquanto em cada conflito se escuta o grito de “unidade dos trabalhadores, e quem não gostar que se lasque!”, os sindicatos e centrais fazem um grande favor ao plano de Macri. Dividem os trabalhadores. A metade da CGT diretamente responde ao governo, mas os que convocam medidas se dividem e se negam a unificá-las. ATE para e mobiliza o dia 15, a CGT e outros setores marcham no dia 21.

Tensão por ameaça repressiva na Ponte Pueyrredón

Pouco antes das 12h, o governo nacional montou uma enorme provocação nas redondezas da Ponte Pueyrredón. O fez montando um enorme operativo com a Prefeitura e a Polícia Federal.

Esta ameaça volta a evidenciar a política repressiva que o governo nacional despeja naqueles que se manifestam contra sua política de ajuste.




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