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Argentina - Del Caño: “É impossível seguir as políticas do FMI, pagar a dívida e dizer que está ao lado dos interesses populares"

No bloco de Relações Internacionais, Del Caño fez referências às mobilizações no Equador, a crise capitalista e às demandas das mulheres e da juventude.

segunda-feira 14 de outubro| Edição do dia

Em primeiro lugar, quero saudar o povo irmão do Equador, que com seu levantamento nos dá um exemplo de dignidade e luta. Macri saiu correndo para apoiar Lenín Moreno, como muitos presidentes da direita continental. Brigam entre si para ver quem é o melhor aluno do FMI. Hoje é implementado um ajuste violento, com mortos, para cumprir o pagamento da dívida.

É impossível seguir as políticas do FMI, pagar uma dívida que é uma fraude e sustentar que está ao lado dos interesses das maiorias populares. É necessário escolher: ou se está com Lenín Moreno ou se está ao lado dos trabalhadores, camponeses e indígenas do Equador. A Frente de Esquerda já decidiu.

Hoje vemos um mundo com crescente militarismo, crises econômicas e sociais. Vemos a desigualdade entre ricos e pobres. Daí surgem os Trump e os Bolsonaro, mas também a juventude que se mobiliza em defesa do meio ambiente, o movimento de mulheres, ideias socialistas. No Chile se discute hoje a redução da jornada de trabalho e amplos setores da juventude simpatizam com as ideias do socialismo.

A unidade e integração é com estes povos. O capitalismo não dá mais como único horizonte possível.

Por último quero pedir um minuto de silêncio pelos mortos pela repressão no Equador.




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