Mundo Operário

ATAQUE AOS SERVIDORES

Após reprimir os municipários, Marchezan ordena Câmara votar ataques com portas fechadas

Sessão terá início hoje as 9h30 da manhã sem acesso ao público. Mostrando que Marchezan tem pressa em aprovar os ataques aos servidores, e quer impedir que os trabalhadores mobilizem e lutem contra esse brutal ataque à categoria.

quinta-feira 12 de julho| Edição do dia

Nesta última quarta-feira (11), o prefeito Nelson Marchezan havia se reunido com o Colégio de Líderes da Câmara dos Vereadores, ontem decidiram em conjunto a inversão da ordem dos projetos a serem votados na pela Câmara. Com esta inversão, os projetos que tira os direitos dos servidores públicos do município vão ser votado primeiro, e Marchezan ainda solicitou ser votado em regime de urgência, mostrando a ânsia do prefeito em atacar os trabalhadores o mais rápido possível.

Logo no início da tarde, os municipários fizeram um ato na frente da Câmara, e tentaram entrar na plenária. Mas logo começou uma violenta repressão pelos Guardas Municipais de Marchezan nos servidores, e ao decorrer da tarde foi reforçada pela tropa de choque da Brigada Militar que disparou bombas de gás lacrimogêneo e ainda quebraram quadro dentro da Câmara para criminalizar os servidores.

Após todo o conflito, a sessão que havia se iniciado foi encerrada por volta das 17h15 e adiada para esta quinta-feira (12). O prefeito Marchezan ainda solicitou que a sessão realizada sem acesso ao público. Para que os ataques aos servidores seja votada o mais rápido possível, e sem a intervenção dos trabalhadores que lutam para que os ataques não passem.

É necessário dar toda força para este movimento dos servidores e fortalecer a resistência aos ataques promovidos por Marchezan e seus comparsas de sua base aliada, da RBS ou da polícia militar. A nova sessão marca para hoje (12) começara na Câmara às 9:30hs. Os municipários já fizeram o chamado para concentração a partir das 7:30hs em frente Câmara.




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