Juventude

FAÍSCA ABC

Após plenária estadual, Faísca ABC se reúne

Na ultima quarta feira, quinze de fevereiro, o núcleo do ABC paulista da juventude Faísca se reuniu para traçar o calendário e as estratégias de luta no cenário atual.

segunda-feira 20 de fevereiro de 2017| Edição do dia

Dias após a plenária do estado de São Paulo da juventude, as discussões foram realimentadas e fortalecidas quanto à posição que diferencia a luta da Faísca frente aos outros grupos da juventude organizada, a Faísca existe enquanto alternativa anticapitalista e revolucionária.

O desejo de criar uma juventude forte, protagonista de suas lutas e aliada a classe trabalhadora ganha força nos encontros.

A luta no Rio e a situação nacional

O Rio de Janeiro está sendo um exemplo de força, quando juventude e classe trabalhadora se unem em suas lutas. Todo apoio aos trabalhadores da CEDAE, a água é do povo, não a privatização! Todo apoio aos estudantes dá UERJ! Por uma educação pública e de qualidade para todos!

Enquanto isso São Paulo está sendo afundada por políticas também privatizadoras e higienistas do PMDB, que também se repete no ABC: o massacre das políticas e dos espaços de cultura, o alto nível de desemprego e demissões; no cenário internacional as políticas conservadoras, xenófobas de Trump que afeta diretamente todo o globo... Além de tantos outros golpes que sofremos diariamente e que nos move a continuar no front reivindicando que a voz que deveria dar os comandos é a de quem constrói, é a de quem faz funcionar tudo que acontece no nosso dia, a voz da Classe Trabalhadora.

Faísca lança campanha em defesa da Educação

Vamos trabalhar nacionalmente uma campanha contra a Reforma do Ensino Médio que cria um caminho direto ao mercado de trabalho formando mão de obra em menor tempo, efeito da PEC do fim do mundo. Defendemos a formação profissional de qualidade e mantida pelo investimento público, defendemos também uma educação emancipadora em contraponto a essa reforma que nos prende mais.

Precisamos nos unir contra isso uma vez que afeta todos os estudantes secundaristas, quem já trabalha na área da educação e quem está/estava em formação para. A proposta cria espaço para demissões e sucateamento da educação. Inúmeros efeitos colaterais que diz respeito a muito de nós, não podemos nos calar e não conseguimos sozinhos, unifiquemos nossas lutas!

Por um novo 1917!




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