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GREVE NACIONAL 5/12 CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Abaixo a reforma da previdência! Construir pela base, com assembleias e comitês, para que seja uma verdadeira greve geral!

terça-feira 28 de novembro| Edição do dia

Publicamos o panfleto do Esquerda Diário convocando para a greve nacional do dia 5/12 contra a reforma da previdência

Os empresários, o governo golpista do Temer e de cada estado vêm atacando brutalmente nossos direitos. Para eles não bastava que nossas condições de vida já vinham precárias e que cada dia ficasse mais caro viver, com aumentos de luz, água e combustível. Eles queriam um governo que retirasse ainda mais nossos direitos do que o PT já vinha fazendo. Por isso deram o golpe, para passar grandes ataques, como, por exemplo, a reforma trabalhista, a ampliação da terceirização e agora querem fazer uma “reforma” da previdência. Precisamos dar um salto na nossa resistência, para que sejam os empresários e políticos corruptos que paguem pela crise, e não os trabalhadores.

Como se não bastasse o absurdo dos políticos e empresários mais corruptos e privilegiados do país considerarem que o funcionário público é “privilegiado” na aposentadoria, eles mentem dizendo que essa reforma da previdência não afetará os mais pobres. A reforma proposta fixa idade mínima de 65 anos para se aposentar.

Em muitas localidades do país, as pessoas em média nem chegam a viver até essa idade. Para ter direito a aposentadoria integral, vão ser necessários 40 anos de contribuição, o que quase ninguém consegue alcançar, e ainda para receber só um salário mínimo de aposentadoria. Os trabalhadores que recebem menos que um salário mínimo (permitido com a reforma trabalhista) terão que contribuir à parte para ter direito a se aposentar, pois trabalho intermitente não contará para aposentadoria. Os funcionários públicos e até mesmo os professores serão mais rapidamente afetados, e todos terão que trabalhar muito mais anos para poder se aposentar.

Depois de muito tempo sem convocar nenhuma luta em defesa dos nossos direitos, as grandes centrais sindicais enfim votaram um dia de greve nacional no dia 5 de dezembro, terça que vem, contra a reforma da previdência.

A nossa classe mostrou disposição de luta no dia 28 de abril, com uma greve geral. Mas só foi uma greve histórica porque a força dos trabalhadores na base transformou a greve em algo muito além do que se propuseram as direções das grandes centrais sindicais (CUT, CTB, Força Sindical, UGT). No Rio Grande do Sul, os educadores também vêm lutando bravamente contra os ataques do governo Sartori, mas também vêm enfrentando o entrave da burocracia sindical.

É por isso que nosso chamado, como Movimento Revolucionário de Trabalhadores (MRT) - que constrói o Esquerda Diário, é para nos organizarmos na base para tomar a construção dessa greve do dia 5/12 nas nossas mãos e ir além do que a direção dessas centrais estão dispostas a ir, como fizemos no 28 de abril. Não podemos ter nenhuma confiança nessa burocracia das grandes centrais. Só com a força dos trabalhadores unidos na base é que podemos vencer.

Chamamos todos a organizar em cada local de trabalho reuniões, comitês e assembleias de base, assim como toda a esquerda, como o PSOL, a CSP-Conlutas e a Intersindical, a colocar seu peso para exigir que as grandes centrais não se limitem a paralisar algumas categorias somente, mas que organizem efetivamente esse dia como uma grande greve que pare todo o país, que tenha continuidade num plano sério de lutas, e incorpore também como pauta a anulação imediata da reforma trabalhista, apontando para um programa operário de resposta à crise: com a anulação da dívida pública, impostos às grandes fortunas e redução da jornada de trabalho até garantir empregos para todos, sem redução salarial.

ESQUERDA DIÁRIO ATINGE O RECORDE DE 1 MILHÃO DE ACESSOS DENUNCIANDO A “REFORMA” TRABALHISTA, DA PREVIDÊNCIA E OS ATAQUES DO GOVERNO TEMER

O portal Esquerda Diário atingiu o recorde de 1 milhão de acessos, e hoje se coloca como a maior referência da esquerda independente do PT no país, com notícias, análises, entrevistas e muita informação. E, principalmente, se coloca como um instrumento de luta dos trabalhadores contra os ataques, com a denúncia da reforma trabalhista, da reforma da previdência e o incentivo e divulgação da organização das lutas dos trabalhadores. Divulgando ideias de luta, anticapitalistas e revolucionárias para responder a realidade.

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