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[AO VIVO] Urgente: A Polícia e Guarda Civil reprimem PepsiCo

Desde alguns minutos começou a repressão da polícia e guarda civil com cassetetes, gases e balas de borracha. Os operários resistem junto as organizações solidárias. Existem feridos e presos.

quinta-feira 13 de julho| Edição do dia

Depois de uma longa noite de um enorme operativo das forças de segurança, começou esta manhã brutal repressão da polícia de Vidal e da guarda civil nacional contra os operários da PepsiCo e organizações solidárias.

O esquerda diário mostra ao vivo o brutal operativo, que em defesa da multinacional norte-americana avança com cassetetes, gases e balas de borracha e já deixou feridos e presos.

Junto aos operários de PepsiCo, resistem centenas de estudantes, operárias e operários de outras fábricas do ramo de alimentação e de outros setores, militantes de organismos de direitos humanos e aa esquerda que se juntou desde o anoitecer da quarta nas imediações da entrada da fábrica.

Ali houve momentos de encontro entre quem resiste na planta e quem faz a resistência desde fora. Palavras de ordem e diversas demonstrações de amostras de solidariedade foram coloridos na paisagem da Florida com um tom combativo e classista.

As forças repressivas, cumprindo o papel que mais lhes gosta (reprimir e criminalizar a classe operária e os setores populares), reprimem pela força a quem só está exigindo que se cumpra seu direito elementar de trabalho, ameaçado pelo acionar criminal da empresa, que está cometendo um lock out patronal em precedentes e também pela cumplicidade ativa do poder judicial e do governo.

Os trabalhadores ganharam já o apoio dos vizinhos. Disso, vizinhos tocam panelas contra a repressão desde que começou a operação repressiva.

Operários e operárias esperando na fábrica

Os despedidos como já se vem informando por este e outros meios, são completamente ilegais. A empresa não pode induzir nenhuma crise real.

Junto as operários e operárias de PepsiCo se encontram presentes María Victoria Moyano e Alejandrina Barry, ambas filhas de desaparecidos (Moyano inclusive neta recuperada pelas avós da Praaça de Maio). Também está a deputada da Frente de Esquerda Nathalia González Seligra e o legislador de Buenos Aires Patricio del Corro.




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