HISTORIA DA CLASSE TRABALHADORA NO BRASIL, DE 1964-1981 / PARTE 3 de 3 /

A “frente democrática” do PT/Haddad hoje e o “frentepopulismo” do PCB em 1964

Gilson Dantas

Brasília

quarta-feira 26 de dezembro de 2018| Edição do dia

No vídeo abaixo temos a parte final da palestra intitulada História da classe trabalhadora no Brasil de 64 a 2018.

Neste caso, se procura avaliar o chamado “apoio crítico” que o PC ofereceu a Jango e também o “apoio crítico” que a esquerda de mais visibilidade tipo PSOL e correntes internas ofereceram a Haddad.

Discute-se o problema da frente única operária e a impotência de toda saída “democrática” que encubra uma aliança com partidos da patronal tipo PSB, PDT e afins. E, portanto, a indigência e a impotência da consigna “todos juntos contra Bolsonaro” que mal consegue ocultar a aliança com setores do golpismo. E que só pode levar a derrotas. E que substitui a consigna correta, da unidade operária contra o golpismo bolsonarista [frente única operária], pela "unidade nas alturas", incluindo PT e parte do golpismo.

É discutido o conceito de independência política da classe trabalhadora, as lições de 64 e a reiterada impotência da estratégia de conciliação de classe, típica do petismo e que fez escola nas esquerdas mais visíveis. E examina o desafio de construir volume de forças materiais, de ativismo social orgânico, nessa conjuntura conturbada e onde o petismo senil joga ainda um papel [de desviacionismo para o campo eleitoral-parlamentar]. Mostra como é impossível construir tais forças emprestando apoio político ao PT/Haddad.

E defende a tese de que girar em torno dessa oposição “democrática” retira qualquer independência de classe e enfraquece a força e unidade material da classe trabalhadora.

Caso lhe interesse, o vídeo encontra-se disponível abaixo.




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