Mundo Operário

MUNDO OPERÁRIO ARGENTINA

A corrente militante operária mais forte da esquerda Argentina

Reuniu-se a mesa dos dirigentes operários do PTS (organização irmã do MRT na Argentina), com as principais referências e organizadores partidários de 62 categorias, onde atuam os coletivos classistas compostos por 2500 companheiros e companheiras.

quinta-feira 25 de agosto| Edição do dia

Nesse sábado 13/08 se realizou a reunião da Mesa Nacional dos principais dirigentes operários do PTS (resolução aprovada pelo XV Congresso do Partido), que compõe a FIT (Frente de Esquerda dos Trabalhadores na Argentina). O objetivo: discutir a situação do movimento operário na nova etapa e os distintos alinhamentos e fenômenos existentes; trocar informações sobre os processos de lutas em que participamos e analisar o trabalho do PTS no movimento operário, propondo tarefas e ferramentas para que a esquerda revolucionária avance mais profundamente em seu peso e influência.

Um trabalho estendido

O primeiro eixo destacado da reunião foi que permitiu comprovar a extensão conquistada nos últimos anos. Participaram dirigentes e delegados de 62 categorias, de distintas províncias (regiões) do país. Entre eles, da alimentação, gráficos, metrô, trabalhadores de fábricas de pneus automotivos (Pirelli, Dunlop,etc), SMATA (Sindicato de trabalhadores mecânicos e similares de transporte automotor), trabalhadores da telefonia, aeronáuticos, ferroviários, UTA (União de trabalhadores do setor de transporte), trabalhadores de fábricas de óleo e sabão, petroleiros, madeireiros, metalúrgicos, trabalhadores da saúde, ATE (trabalhadores estatais) e diversos trabalhadores de sindicatos estatais e da educação de todos os níveis.

Também referências das fábricas sob controle operário, como as fábricas ceramistas de Neuquen e MadyGraf. Para completar a lista, tem que mencionar: trabalhadores de bares e restaurantes, do setor plástico, de estações de serviço, químicos, luz e energia, caminhoneiros, vinícolas, vidro, construção, saneamento, indústria de pasta, borracha, perfumaria, pintura, limpeza, judiciários, Atulp e Adulp (trabalhadores e docentes universitários), bancários, receita, gás, imprensa, bebidas, renda estatal, mineiros, agricultura cítrica, docentes universitários, informática, produção de leite, televisão, comércio, porto, carboneiros, trabalhadores de cassino e gastronômicos, entre outros.

Em alguns sindicatos, nossas lideranças e os coletivos que fazemos em comum com companheiros independentes, aparecem como principal oposição à burocracia sindical, e em outros vem realizando avanços no último período, como em Petroleiros, transporte, ferroviários e metalúrgicos, onde se destacaram as intervenções de jovens ativistas de diversas fábricas e províncias, assim como nos lugares onde viemos resistindo contra ferozes ataques das patronais e da burocracia, como no SMATA(Sindicato dos trabalhadores mecânicos).

Dessa maneira, a reunião expressou a atuação que fazem cerca de 2500 companheiros e companheiras que trabalham nessas 62 categorias, a metade os quais são militantes partidários e a outra metade são companheiros e companheiras que constroem os coletivos em comum sem ser do PTS, mas onde todos estamos na primeira fileira de cada combate, somos ativos organizadores do ativismo antiburocrático e defensores do programa de independência política dos trabalhadores. Muitos são correspondentes e difusores do Esquerda Diário, e foram candidatos operários na Lista 1 A da FIT que foi encabeçada por Nicolas Del Cano e Myriam Bregman nas eleições do ano passado (vitoriosa nas eleições primárias e que obteve uma votação histórica da esquerda argentina).

A reunião de dirigentes e militantes operários do PTS, foi coordenada por Claudio Dellecarbonara (membro do Secretariado Executivo do Sindicato do Metro), Raul Godoy, (do Sindicato Ceramista de Neuquén e deputado provincial da FIT), Nathalia Morales (Secretaria de DDHH do SUTEBA - docentes de Matanza), Natalia Morales (delegada a NOE da ATE - associação de trabalhadores estatais de Jujuy) e Laura Magnhani (Comissão Interna do Hospital Alende e integrante da Comissão Diretiva da ATE Lomas), Victor Ottoboni (Secretário de Imprensa SUTNA - Pneus), Jose Montes (fundador do PTS e referência histórica da construção naval Rio Santiago) e um companheiro da comissão interna combativa de GUMA Cordoba (trabalhadores da indústria de Óleo e Sabão). Estavam entre os presentes também, Andre Blanco, Secretário Adjunto do SOECN - Sindicato Ceramista de Neuquen, German Noguera, Secretário Geral da AEFIP (empregados fiscais) La Plata, Carlos Melian, Secretário Adjunto UOMA Tucuman (moleiros), Edgard Videla, da Comissão Interna de Cuyoplacas de Mendonza, Franco Villalba, da Comissão Interna da Alicorp (óleo e sabão), Camilo Mones, integrante da Comissão Interna Pepsico, Carlos Artacho, delegado e referência da oposição na FOETRA - Sindicato de telecomunicações, Javier Poke Hermosilla referência da Lista Marrom da alimentação (oposição sindical que construímos em várias categorias contra a burocracia), entre dezenas de dirigentes e delegados, assim como Martin Brat, do combativo corpo de delegados terceirizados da empresa Falcon - aviação do Aeroparque que vem de uma vitória arrebatadora nas eleições contra a burocracia. Enviaram uma saudação Gustavo Vitale (delegado da ATE - Associação de trabalhadores estatais de Mendonza) e Javier Riollo (2º Secretario Adjunto da CTA- Central de Trabalhadores da Argentina Mendonza).

Como está o movimento operário?

Logo depois do informe da mesa, que mostrou um panorama da situação do movimento operário e os temas que devia abordar a reunião, se abriu um riquíssimo debate onde não teve tempo para esgotar a extensa lista de oradores. As experiências concretas em cada sindicato e lugar de trabalho permitiram ajustar as conclusões que chegariam ao final da reunião.

O debate tomou conta dos primeiros meses de governo Macri, que desatou um ataque ao movimento operário e os setores populares, mas tendo que respeitar uma “relação de forças”. A burocracia sindical tem sido, sem dúvidas, a principal garantia para evitar que as demissões, o ataque ao salário e às condições de vida tenham uma resposta a altura do mal estar que foram confirmando as intervenções.

Discutiu-se a nova localização do sindicalismo peronista. Em uma etapa onde não há derrotas como as que antecederam o Menemismo, nem crescimento econômico como durante boa parte do Kichneirismo, a CGT (Cordenação geral dos Trablhadores) tem optado por uma posição “semioficialista”, pactuando uma trégua com o governo e os patrões para evitar uma resistência ao ajuste, a troca de controle dos multimilionários fundos das obras sociais.

Em alguns lugares a ameaça de demissões, o ataque “medido” e o rol das cúpulas pressionam ao conservadorismo, “resignar a algo para evitar golpes mais duros”. Mas as intervenções foram dando conta de processos de resistência em muitos sindicatos e províncias, como viemos refletindo no Esquerda Diário (LID - La Izquierda Diario, na Argentina), sobretudo quando as demissões se concretizaram. E, ademais, também se discutiu distintos fenômenos políticos e sindicais no ativismo operário.

Entre esses fenômenos se destacaram três. A crise do PJ (Partido Justicialista) e o desprestigio das cúpulas que empurram alguns sindicatos a divisões e realinhamentos dentro da própria burocracia, como se expressa na UOM (União dos trabalhadores Metalúrgicos) frente às próximas eleições, ou em Petroleiros. Inclusive encabeçado por Sergio Palazzo (bancários), que tenta ocupar, com um discurso mais crítico, um espaço à esquerda do núcleo da CGT. O Congresso da CGT e os próximos meses terminarão de confirmar essas tendências. Por outro lado, surgem fenômenos sindicalmente dinâmicos, de luta ou recuperação das comissões internas, que a esquerda vem se ligando rapidamente, mas onde também há novos delegados que a burocracia tenta cooptar. Vale o exemplo de fábricas de Cordoba, Mendonza e localidades da Grande Buenos Aires. Por último, discutiu-se sobre os novos delegados e dirigentes, que alguns chamam de “novas direções”, que são independentes das distintas frações da burocracia sindical mas não se reivindicam de esquerda ou não desenvolvem uma prática consequentemente combativa. Há casos onde existem frentes de coletivos como o que ganhou o SUTNA (trabalhadores das fábricas de pneus automotivos) ou os SUTEBA opositores (regionais do sindicato da educação), onde se unem setores relacionados com a esquerda, mas onde convivem tendências classistas com outras mais conciliadoras e com elementos burocráticos.

O debate, enriquecido pelos exemplos e posições dos delegados presentes, levou a uma conclusão: as novas direções independentes da burocracia, mas não classistas, são, em geral, fenômenos transitórios. As patronais, os governos e as distintas variantes da burocracia sindical tentam assimilá-las, burocratizá-las, tal como ocorreu com setores do sindicalismo de base da etapa anterior. Ali houve setores como a direção majoritária do Subte (Metrô) que se “passou de bando”, tornando-se Kichneristas. Somente em alguns lugares onde há estabilidade de emprego pela relação com o Estado ou crescimento econômico sustentado é que podem se manter direções deste tipo por mais tempo, politicamente independentes, mas que não desenvolvem uma prática consequentemente combativa e uma organização democrática. Isso é assim, já que as patronais, no caso de necessidade, buscam derrotar esses processos aproveitando o eixo de que em geral essas direções não se apoiam na mobilização ampla de base e a organização do ativismo, e por isso acabam sendo direções vazias e incapazes de modificar a situação dos trabalhadores (como foi a comissão interna da Fábrica Kraft nas mãos do PCR durante anos).
A esquerda classista, não é alheia aos ataques fortes nem muito menos às pressões conservadoras como as que sofrem as demais correntes e organizações. Nossa diferença é que tornamos essas pressões conscientes para poder enfrentá-las. As inciativas políticas, a persistência para organizar os setores mais ativos e conscientes, ainda que isto demande um esforço grande, é a única maneira de enfrentar essas pressões.

Por tudo isso concluímos que a esquerda classista deve se fortalecer e ao mesmo tempo lutar em comum com todos os setores independentes, mas defendendo consequentemente seus métodos e programa, lutando por sindicatos combativos e democráticos, independentes do Estado e de todas as variantes patronais e burocráticas, com um programa para que a crise seja paga pelos capitalistas.

Uma corrente classista e militante

Um a um intervieram companheiros e companheiras que vêm construindo coletivos classistas junto a ativistas independentes em dezenas de sindicatos, com distintas ferramentas. Petroleiros da refinaria da Shell de Dock Sud contaram como estão começando, junto com companheiros de Mendonza e Ensenada também presentes na reunião, a estender os coletivos em Salta e em cidades da Patagônia, impactados pela abrangência nacional do “La Izquierda Diário” (Esquerda Diário). Os exemplos da extensão da rede de correspondentes ativos do diário se repetiram em quase todas as intervenções. Por um lado, essas experiências permitiram definir o pontecial do LID (La Izquierda Diário) digital e impresso, para chegar a todo o país, e que centenas de correspondentes escrevem, difundem e se sentem protagonistas. Por outro, a importância de que impulsionemos campanhas políticas ligadas a diferentes problemáticas e tarefas do movimento operário. Essa será a forma de que o diário permita difundir claramente as ideias pelas quais lutamos, e também que ajude a organizar os companheiros e companheiras que estão dispostos a lutar junto conosco por essas ideias.

Teve muitos outros exemplos. Entre os mais destacados, o impulso juntos aos motoristas de ônibus da UTA (Sindicato dos Trabalhadores de transporte) e a bancada do PTS/FIT, do projeto pelas 6 horas para os trabalhadores do setor de transporte. Esta relação e colaboração dos parlamentares do PTS com as lutas e a organização dos trabalhadores foi expressa também pelos companheiros de Mendonza, que participaram de uma grande quantidade de conflitos desde que Macri foi eleito. Os trabalhadores aeronáuticos contaram como acabaram de manter a comissão interna da Falcon, a principal empresa terceirizada do Aeroparque (Aeroporto de Buenos Aires), combinando as lutas de resistência, as atividades sociais, o Esquerda Diário e a defesa dos direitos da mulher e da diversidade sexual. Um delegado do GUMA (Sindicato dos trabalhadores da indústria de Óleo e Sabão) de Córdoba contou como recuperaram a comissão interna e como querem agora impulsionar a “Agrupação Bordô” em outras categorias de Jesús Maria, onde, por exemplo, existe uma importante planta da empresa de Alimentos Arcor. Metalúrgicos de Rosário contaram como se converteram em uma referência na região na organização da juventude mais explorada, a partir de uma grande luta de Liliana.

Delegados do mesmo Sindicato nas cidades de Campana e Córdoba contaram o trabalho que vêm fazendo nas principais fábricas dessas cidades. Arturo, trabalhador demitido de um supermercado da cidade de La Plata, contou da campanha que se estendeu a toda a categoria contra a discriminação. A defesa dos terceirizados, uma marca registrada de nossa corrente, também esteve presente em diversas intervenções.

Assim, a partir de cada lugar foram-se contando experiências e lutas cotidianas que mostravam como viemos avançando, combinando todas essas ferramentas, em construir uma corrente classista militante em distintos setores do movimento operário.

Uma frase de Leon Trotsky, lida a partir da mesa, ajudou a afinar o debate de como medir o avanço da esquerda revolucionária no movimento operário. “O número de comunistas que ocupam cargos de direção nos sindicato é somente um meio a mais para medir a influência do partido. O parâmetro mais importante é a porcentagem de comunistas em relação ao total de sindicalizados. Mas o principal critério é a influência geral do partido sobre a classe operária, que se mede pela circulação da imprensa comunista, a participação nos atos partidários, o número de votos obtidos nas eleições e, especialmente o mais importante, o número de operários e operárias que respondem ativamente aos chamados do partido à luta”.

Concentrar o trabalho no movimento operário em sustentar alianças por cima para conquistas cargos, sem criar organizações militantes, não pode ser o caminho para que avance a influência e organização da esquerda. Essa estratégia se complementa, como também viemos polemizando com os companheiros do PO, com o rechaço a exigir medidas de luta das direções dos sindicatos, aspecto básico da Frente Única Operária, para facilitar a experiência dos trabalhadores com a burocracia.

Por último, companheiros e companheiras de distintas províncias como Tucumán e Córdoba contaram como a consolidação do governo de Macri abriu novas perspectivas para avançar politicamente no movimento operário. A experiência feita nesses meses com o governo permite que muitos trabalhadores, em conflitos ou sem ser parte deles, vejam a esquerda como uma alternativa política por ser a única que consequentemente se opõe ao governo e seu ajuste, frente ao colaboracionismo e a corrupção das diferentes variantes peronistas.

Por isso mesmo, nos casos onde existem lutas, a ligação de parte dos ativistas com a esquerda é muito mais rápida e natural que nos anos anteriores, onde a esquerda conquistava apoio sindical para ser delegados por ódio contra a burocracia, mas ao mesmo tempo o governo Kirchner contava com um importante apoio político desses mesmos trabalhadores.

Nosso programa

Para intervir nesses fenômenos que refletimos no início da reunião e avançar com passos firmes no desenvolvimento dos coletivos classistas, discutiu-se sobre as bandeiras e princípios pelos quais lutamos.

Desde nossa origem, através das lutas em que interviemos, fomos forjando tradições e deixando claro pelo que lutamos. O conteúdo programático e a prática com que queremos desenvolver nossa corrente é o que nos distingue não somente da burocracia, mas também de outras correntes e partidos. Os pontos mais destacados são:

a) A defesa de um programa para que a crise seja paga pelos grandes empresários, contra os “tarifaços” (aumento de passagem), as demissões, os baixos salários, etc. Por um salário que cubra o orçamento familiar e aumente de acordo com a inflação, e pela redução das jornadas de trabalho, sem demissões, rebaixamento salarial e nem precarização.

b) Luta consequente pelas demandas dos trabalhadores, denunciando cada vez que os conciliadores entregam conquistas fortalecendo ainda mais o governo, os patrões ou a burocracia, negando que sejam os próprios trabalhadores que decidam em assembleia o que devem aceitar ou que riscos correr, e em função disso fazer duras exigências e denúncias às direções burocráticas.

c) A defesa dos terceirizados e contratados, tendo como norte a efetivação (planta permanente), como expressão mais concreta da unidade das fileiras operárias, contra a divisão que impõem os patrões e a burocracia, e à qual se adaptam a maioria das correntes.

d) A luta por sindicatos combativos e democráticos, independentes do Estado, baseados em métodos da luta de classes e em assembleias e corpo de delegados com mandatos, onde tenham pleno direito as minorias e os dirigentes voltem a trabalhar mesmo ocupando cargos.

e) A defesa dos direitos das mulheres em geral, e trabalhadoras em particular, assim como os LGBTs e de todas as liberdades democráticas.

f) A luta pela fusão entre o movimento operário e a esquerda, tomando hoje como referência nossos coletivos classistas e a FIT (Frente de Esquerda dos Trabalhadores), promovendo candidaturas operárias para que os trabalhadores se convertam em verdadeiros “tribunos do povo”, defendendo um programa que não se limite a sua fábrica ou ao seu sindicato, mas que também responda ao conjunto dos explorados, o povo pobre e os oprimidos.

Esse programa é o que distingue nossas bandeiras de luta e que levamos como proposta em todos os coletivos que construímos, o qual não significa que sejam um “ultimato”, sobretudo quando se trata de ativistas ou delegados que recém despertam para a vida sindical ou política. Por outro lado, desde a defesa dessa perspectiva, lutamos por acordos mais amplos com tendências independentes das diversas alas da CGT e da CTA (Centrais Sindicais) sempre que signifiquem um avanço na luta para recuperar os sindicatos e comissões internas para os trabalhadores.

Camilo Mones, integrante da Comissão Interna da PepsiCo, presente na reunião, apresentou a importância de compartilhar essas conclusões com todos os companheiros e companheiras que integram os coletivos, e dar-lhes projeção nacional e mais visibilidade ao estendido trabalho que se expressou na reunião, continuando e ampliando a edição de boletins dos coletivos por sindicatos ou suplementos especiais do LID (Izquierda Diario) impresso. Fez a proposta, com a qual os dirigentes e delegados concordaram, de levar o debate a todos os coletivos, sobre a construção de um movimento nacional de coletivos e agrupações classistas, que se coloque como uma alternativa à burocracia e fortaleça a construção de uma forte esquerda dos trabalhadores.

Em todas as experiências refletidas, surge a necessária combinação entre a utilização do La Izquierda Diário como um meio amplo de agitação e organização, os coletivos e agrupações classistas para dar batalhas em cada fábrica ou sindicato, as sedes partidárias e clubes operários como âmbitos de intercambio social e político com outros setores, buscando mediante toda essa experiência organizar como militantes partidários os companheiros e companheiras mais conscientes e comprometidos.




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