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UNICAMP | “A UNE precisa organizar uma forte resposta ao ataque nazista no Bar da Unicamp”, diz estudante da Unicamp

Ontem, estudantes da Unicamp se reuniram em assembleia para debater uma resposta contundente aos ataques de teor racista e nazista no Bar do Ademir da última sexta-feira, em particular com o ato que será neste 13 de Maio, com concentração na Unicamp às 15h30. Sobre a posição da Faísca Revolucionária na assembleia, veja declaração de Victoria Gordon, estudante da Pedagogia e também militante do Quilombo Vermelho - Luta negra anticapitalista.

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quinta-feira 12 de maio | Edição do dia

“Nós da Faísca viemos chamando o movimento estudantil a responder com luta e auto-organização esse ataque racista e nazista no Bar do Ademir, que é um Bar bastante frequentado pelos estudantes da Moradia Estudantil, negros, mulheres, indígenas e também por toda a esquerda. Na Unicamp, já viemos de pixações nazistas no IFCH. Sabemos que essa corja da extrema direita é incentivada por Bolsonaro e nossa resposta a esse caso pode ser um impulso para enfrentar na luta esse governo e sua base social.

Por isso, fizemos passagens em sala nesta semana, também junto a outros setores da esquerda, construímos panfletagens e defendemos nossa perspectiva de assembleias de base nos cursos para organizar a luta e fortalecer o ato do dia 13. Também estamos construindo as reuniões e ações junto ao movimento negro da Unicamp. Achamos fundamental que, diante de ataques como esse, nossa resposta seja uma grande unidade na luta. Esse ataque não pode nos intimidar!

A UNE (União Nacional dos Estudantes), dirigida pelo PT e PCdoB, precisa organizar uma forte resposta a casos como esse em cada universidade. Precisamos que o ato de amanhã seja uma demonstração contundente da nossa força. Chamamos todos os sindicatos da cidade, parlamentares de esquerda e movimentos de cultura a enviarem representações. Também exigimos que a reitoria, que se coloca como democrática na universidade, emita uma posição contra esse ataque, sem com isso fortalecer medidas de controle que vão se voltar contra o movimento estudantil.

Nós da Faísca defendemos que somente com nossa luta e auto-organização, dos estudantes em aliança à classe trabalhadora, podemos derrotar o bolsonarismo, sem confiança nas instituições desse regime e sem conciliação com nossos inimigos”, diz Victoria Gordon.




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