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A Frente Ampla e o dilema do segundo turno no Chile

sexta-feira 24 de novembro| Edição do dia

Está aberto um importante debate sobre se a Frente Ampla (FA) apoiará ou não Alejandro Guillier no segundo turno das eleições presidenciais chilenas. Até agora ficaram de anunciar publicamente uma resolução para o dia 29 de novembro, enquanto que um de seus principais partidos, Revolução Democrática (RD), realizará um plebiscito nos dias 27 e 28 de novembro para definir sua postura.

Mas as diferenças e matizes não tardaram a aparecer, Beatriz Sánchez, candidata da FA nessas eleições, afirmou que não fará parte de um governo da Nova Maioria. Entretanto, já é lugar-comum falar de um voto contra Piñera, que é uma forma não explícita de passar pano para a Nova Maioria.

Giorgio Jackson, uma das figuras mais importantes da Revolução Democrática, declara que Guillier deve ganhar os votantes da FA com suas propostas. Também afirmam isso os comentários de alguns usuários de grupos de Facebook aderentes à Frente Ampla, declarando que têm essa preferência.

“A Frente Ampla vota contra Piñera"

Um grande setor que apoiou a FA durante sua campanha possui uma dura crítica à Nova Maioria, assim, alguns setores estariam contra votar em Guillier no segundo turno, como expressou Luis Mesina em seu twitter.

Essa crise não é só um problema específico do segundo turno, é o problema permanente da Frente Ampla, pois quanto construir seu próprio projeto de reformas e quanto fazê-lo com a mão da Nova Maioria? Isso é o que está em jogo neste 29 de novembro para a Frente Ampla.




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