BOLSONARO

A Fração Trotskysta (FT-QI) participou de atos contra Bolsonaro em 4 países

Além de diversas cidades do Brasil, os grupos da Fração Trotskysta (FT-QI) também participaram de atos na Argentina, Chile e Uruguai.

segunda-feira 22 de outubro| Edição do dia

O dia 20 de outubro de 2018 foi marcado por várias manifestações contra Bolsonaro e a extrema direita em várias cidades do Brasil e do mundo. Onde estava presente , a Fração Trotskysta (FT-QI) esteve presente na linha de frente dos atos e da mobilizações para o mesmo, usando seu portal Esquerda Diário para convocar e cobrir as manifestações.

Ver também: Ruas brasileiras tomadas contra Bolsonaro: Veja aqui resumo dos atos pelo país

No Brasil, em pelo menos seis cidades (Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Juiz de Fora e Porto Alegre) os atos reuniram milhares de pessoas. O MRT (Movimento Revolucionário de Trabalhadores), grupo da Fração Trotskysta no Brasil esteve em todos e ainda fez a cobertura de algum deles:

Rio de Janeiro:

São Paulo:

O ato em São Paulo contou ainda com a presença de Nicolas Del Caño, deputado e ex candidato a presidente pela FIT (Frente de Esquerda e dos Trabalhadores) argentina. Ele também participará de uma mesa esta segunda (22) no IFCH da Unicamp, as 17:30.

Campinas:

Belo Horizonte:

Ainda houve atos menores em outras cidades, como em Natal, onde o MRT também esteve presente. Veja a Fala de Marie Castañeda, militante do MRT e da Faísca – Juventude Anticapitalista e Revolucionária:

Seguindo com sua tradição do marxismo internacionalista, a FT-QI participou e atuou na organização de atos contra Bolsonaro na Argentina, Chile e Uruguai. Na Argentina, o ato foi convocado pela FIT, da qual o PTS, grupo irmão do MRT faz parte. Também participaram da convocatória Luis Zamora (Autodeterminación y Libertad), María del Carmen Verdú (Correpi) e o Nuevo MAS. Ele aconteceu em Buenos Aires, na embaixada Argentina e reuniu milhares de pessoas:



Myriam Bregman, deputada de Buenos Aires e ex-vice candidata a presidência pela FIT declarou:

Hoje o mundo teme o ascenso deste fascista, mas Bolsonaro não surgiu do nada. Está a ponto de se impor em uma eleição absolutamente antidemocrática e manipulada; com Lula preso, proscrito e censurado. Diante deste cenário, a partir da FIT fazemos um chamado nessas eleições para votar criticamente no candidato do PT sem dar nenhum apoio à sua política e defendemos claramente que a única forma de derrotar o ascenso de Bolsonaro é por via da luta de classes e com um programa para que os capitalistas paguem pela crise, diferente do PT.


Myriam Bregman discursando no ato

No Uruguai, o ato aconteceu na porta da embaixada brasileira em Montevidéu, fruto de um chamado unitário. Damian Recoba da Corriente de Trabajadores Socialistas (CTS), grupo irmão do MRT no Uruguai, disse:

Nos estamos se manifestando contra esse repugnante ser que é Jair Bolsonaro. Machista, homofóbico e racista, fascista com todas as letras. Uma pessoa que se tornou infame por seu discurso de ódio contra mulheres, contra homossexuais, contra negros, e que vem com um plano para aprofundar os ataques contra os trabalhadores de maneira mais violenta e repressiva. Ele é um herdeiro da ditadura militar que abertamente reivindica a tortura e a morte.

O discurso enfatiza também a responsabilidade do PT brasileiro nesse avanço da extrema direita. Então ele acrescentou que, contra o avanço da direita, é preciso haver milhares no Uruguai para promover uma campanha pela demissão de Manini Ríos e setores golpistas nostálgicos pela ditadura.

No Chile, aconteceram atos em Santiago e Valparaíso. O PTR, organização irmão do MRT no Chile, participou de ambos.


Juventude do PTR

Barbara Brito, dirigente do PTR e fundadora do Pan y Rosas Chile discursando.




Tópicos relacionados

Comitês contra Bolsonaro   /    Mulheres Contra Bolsonaro   /    Extrema-direita   /    Bolsonaro   /    Internacionalismo

Comentários

Comentar