Mundo Operário

GREVE MERCEDES-BENZ

8000 trabalhadores da Mercedes-Benz entram em greve em São Bernardo do Campo

Por tempo indeterminado, 99% da fábrica parou por reajuste salarial, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, nesta segunda (14).

terça-feira 15 de maio| Edição do dia

Foto: Linha de montagem de caminhão da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (SP) - Paulo Whitaker-27.mar.2018/Reuters

Após negociações com a empresa sobre o PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e o reajuste salarial não avançarem, pois ela não aceita a reposição, os trabalhadores deliberaram greve nesta segunda feira, 14 de maio.

Além disso, o sindicato também afirma que, segundo a Folha de São Paulo, a proposta de demissão de trabalhadores mensalistas do administrativo e de quebra de acordos coletivos, como a exclusão da estabilidade para acidentados e da complementação salarial até 120 dias de afastamento, também motivam a greve dos metalúrgicos da montadora.

E para motivar a deliberação de greve, os operários realizaram manifestações e paralisações no chão de fábrica antes da votação, assim como para tentar acelerar as negociações.

Hoje, foi realizada uma nova assembleia às 7h30 na portaria principal da Mercedes e a greve se mantém.

O Esquerda Diário se solidariza com a greve dos metalúrgicos da Mercedes-Benz, que enfrenta na campanha salarial uma tentativa parcial de acabar com os acordos coletivos e a estabilidade dos acidentados presentes na Reforma Trabalhista.




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