Política

WILSON WITZEL

6 momentos em que Witzel gaguejou, mentiu ou fez demagogia no Roda Viva

Witzel quer se pintar como alternativa ao Bolsonaro mas não passa de farinha do mesmo saco podre. Compilamos aqui 6 pontos da entrevista de Witzel, ontem (4/05), ao Roda Viva.

terça-feira 5 de maio| Edição do dia

Imagem: Reprodução/ OUL

1) Chamou de Fake News ter quebrado a placa da Marielle

2) Inventou sua própria Fake News: 100% das escolas teriam ar-condicionado

“Todas as escolas do estado do Rio têm ar condicionado, a grade horária está 100% resolvida, a desorganização na educação era grande e nós resolvemos”

3) Fez demagogia sobre o precário EAD

4) Gaguejou ao comentar se recebeu autorização para fazer campanha em área de milícias

5) Chamou de fake news que, dos 881 mortos pela polícia, nenhum foi em área de milícia

“Não tenho bandido de estimação. Quando me chega ao conhecimento qualquer irregularidade, envio para o Ministério Público e os órgãos de controle para que tudo seja apurado”.

6) Mentiu que nunca defendeu que cidadãos tenham armas

Em 28 de janeiro de 2019, em entrevista ao Jornal O Globo, Witzel declarou que “quanto mais cidadãos de bem estiverem com armas de fogo para proteger a sociedade, melhor será”.

Assista a entrevista toda aqui:

Witzel quer se pintar como alternativa ao Bolsonaro mas não passa de farinha do mesmo saco podre. Com a saúde em colapso e sem testes massivos, se comprova que nunca foi uma real alternativa ao negacionismo do presidente.

Não há mais leitos para população e não se toma nenhuma medida necessária. Faltam EPI´s nos hospitais e há salários atrasados para médicos na rede estadual.

Ao invés de investir para que se produzam testes rápido nas universidades, estatizar os universidades privadas, Witzel preferiu esperar materiais da China, que sabe se lá quando virão, a previsão é que somente parte da carga chegue na semana que vem, quando muitos cariocas e fluminenses já terão morrido por conta da super-lotação. Os hospitais de campanha praticamente prontos não abrem, apesar do Rio de Janeiro possuir centros de pesquisa de ponta, tecnologia e parque produtivo para que nenhum trabalhador morra sem tratamento adequado.




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