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PRIVATIZAÇÕES

22 aeroportos entregues para empresários no primeiro dia da “Infra week”

O leilão dos aeroportos foi organizado em 3 blocos, Sul e Central, arrematados pela gigante CCR, e o bloco Norte, arrematado pela francesa Vinci Airports. Com as novas concessões, avança a agenda privatista de Paulo Guedes e 78% do tráfego aéreo é operado pelo setor privado.

quarta-feira 7 de abril| Edição do dia

As vencedoras do leilão foram a gigante brasileira CCR, que comprou o bloco Sul por R$ 2,128 bilhões e o bloco Central por R$ 754 milhões, e a francesa Vinci Airports que ofertou R$420 milhões pelo bloco Norte. O valor total ofertado pelas concessionárias pelos 22 aeroportos soma cerca de R$ 3,3 bilhões, menos da metade dos R$ 6,7 bilhões estimados pelo governo.

Os 22 aeroportos são os seguintes: Bloco Central - aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE); Bloco Norte - Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC); Bloco Sul - Curitiba, Baracheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), Pelotas, Urugaiana e Bagé (RS).

O Ministro da Infraestrutura, o entreguista Tarcísio de Freitas, afirmou nessa terça-feira (6) que os integrantes da pasta estão “extremamente otimistas, extremamente animados” quanto às concessões da Infra Week. É um avanço na agenda privatista de Paulo Guedes, que dirige seus esforços no governo para a privatização de empresas e instalações públicas, cada vez mais entregando setores estratégicos para favorecer o lucro dos grandes capitalistas.




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