Mundo Operário

ESQUERDA DIÁRIO IMPRESSO

16 de agosto tem que ser dia de greve, piquete e protesto

Fábio Nunes

Vale do Paraíba

quarta-feira 3 de agosto de 2016| Edição do dia

Hoje a crise econômica bate forte no Brasil e já são mais de 11 milhões de desempregados e milhares de empresas fechadas. O patrão, que lucrou milhões nos últimos anos com o apoio do PT, não quer “pagar o pato” e conta com o apoio do governo golpista de Michel Temer e da Justiça para descarregar o peso da crise nas costas da classe trabalhadora. Se depender do governo Temer e da FIESP vamos trabalhar 16 horas por dia e se aposentar aos 80 anos. Eles querem acabar com a CLT!

Várias cidades já vivem um forte processo de desindustrialização e com a crise a situação piorou. Em SP, Osasco e região, por exemplo, a Mecano Fabril e a Etna Steel atrasam salário e não pagam o FGTS e a Meritor demitiu centenas de operários somente no ano passado. O desemprego, a retirada de direitos e o fechamento de fábrica rondam as cidades operárias no país inteiro.

Por isso, as centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical e Conlutas chamaram para o dia 16 de agosto uma mobilização nacional pela manutenção dos direitos sociais e contra o desemprego. Sindicatos e trabalhadores precisam se preparar desde já para que este dia seja um dia de luta!

Realizar assembleias democráticas nas portas das fábricas onde cada trabalhador e trabalhadora possa se expressar livremente para organizarmos um dia de mobilização nacional com paralisação, greve, piquete e protesto para barrar as demissões. Unificar a luta e radicalizar os métodos contra a retirada de direitos, a precarização e a terceirização do trabalho, diminuindo as horas de trabalho sem redução dos salários! Se o patrão ameaçar fechar a fábrica, exigimos a abertura das contas e a colocamos para funcionar sob controle operário e popular!




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