Gênero e sexualidade

UNIDADE DA CLASSE TRABALHADORA

10 anos na batalha pela efetivação imediata dos terceirizados

No último fim de semana durante o III Congresso da CSP-Conlutas foi aprovado o programa de efetivação dos trabalhadores terceirizados sem necessidade de concurso público. Fazemos aqui um breve resgate das principais intervenções desta batalha programática onde o MRT e o grupo de mulheres Pão e Rosas estiveram na linha de frente.

segunda-feira 16 de outubro| Edição do dia

No último fim de semana durante o III Congresso da CSP-Conlutas foi aprovado o programa de efetivação dos trabalhadores terceirizados sem necessidade de concurso público ou processo seletivo, uma bandeira fundamental na luta pela unidade de toda a classe trabalhadora, apresentada pelas teses do Sindicato dos Trabalhadores da USP e do Movimento Nossa Classe.

Diante da necessidade de organizar hoje a luta pela anulação da lei da terceirização, consideramos um enorme passo a CSP-Conlutas ter aprovado esta bandeira de luta depois de tantos anos negando a necessidade de um programa claramente diferenciado da burocracia sindical.

Sobre a aprovação no Congresso, Diana Assunção, organizadora do livro A precarização tem rosto de mulher e militante reconhecida pela defesa dos direitos dos trabalhadores terceirizados declarou "É uma enorme conquista que a CSP-Conlutas tenha, finalmente, avançado para apontar que não há nenhum outro programa a ser levantado que não seja a efetivação dos terceirizados. Estamos diante da necessidade de derrotar as reformas e a lei da terceirização, ao mesmo tempo que há mais de 14 milhões de trabalhadores, em sua maioria mulheres e negros, que já vivem um sub-emprego em condições semi-escravas em vários cantos do país. Agora, que temos uma bandeira clara em nossa central, é preciso transformar isso em campanha ativa. Que todos os sindicatos da CSP-Conlutas organizem essa discussão ofensivamente em sua bases, chamando os terceirizados a participar, que organizemos uma grande campanha nacional. Nós temos a obrigação de fazer chegar em todo o país um grito bem forte: terceirizado, a sua luta é a nossa luta".

Diana também comentou que desde a fundação da CSP-Conlutas vieram levando este debate, ao mesmo tempo que fazendo parte das lutas concretas dos terceirizados em diversos locais de trabalho. Fazemos aqui um breve resgate das principais intervenções desta batalha programática na CSP-Conlutas onde o MRT e o grupo de mulheres Pão e Rosas estiveram na linha de frente.

Defesa de Diana Assunção no II Congresso da CSP-Conlutas em 2015

Virando a mesa pela efetivação dos terceirizados

Intervenção de Diana Assunção e Magno de Carvalho na reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas em novembro de 2015

Intervenção de Diana Assunção no Seminário sobre Terceirização organizado pela CSP-Conlutas em abril de 2016




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